Oração a São José

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Oração a São José para antes do trabalho

(Composta pelo Papa São Pio X)

Glorioso São José, modelo de todos os que se dedicam ao trabalho, obtende-me a graça de trabalhar com espírito de penitência para expiação de meus numerosos pecados; de trabalhar com consciência, pondo o culto do dever acima de minhas inclinações; de trabalhar com recolhimento e alegria, olhando como uma honra empregar e desenvolver pelo trabalho os dons recebidos de Deus; de trabalhar com ordem, paz, moderação e paciência, sem nunca recuar perante o cansaço e as dificuldades; de trabalhar sobretudo com pureza de intenção e com desapego de mim mesmo, tendo sempre diante dos olhos a morte e a conta que deverei dar do tempo perdido, dos talentos inutilizados, do bem omitido e da vã complacência nos sucessos, tão funesta à obra de Deus!

Tudo por Jesus, tudo por Maria, tudo à vossa imitação, ó Patriarca São José! Tal será a minha divisa na vida e na morte. Amém

O louvor devido a São José

São José, pai de Jesus, esposo de Maria, protetor da Santa Igreja, quanto devemos louva-lo?

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Figura ímpar, exaltada pela Igreja junto com a de Maria, nunca será suficiente louvar São José, tal a quantidade de maravilhas e privilégios com que aprouve a Deus cumulá-lo. Infelizmente este glorioso Patriarca muitas vezes é esquecido, sendo seu culto menor do que mereceria. Encontramos uma explicação para isso no desvio ocorrido nos primeiros tempos do Cristianismo com relação à devoção a Nossa Senhora. Com efeito, os fiéis admiravam tanto a grandeza d’Ela que alguns chegaram a reverenciá-La como se fosse uma deusa.1

Ensina São Tomás de Aquino2 que toda situação intermediária, considerada a partir de um dos extremos, se parece com o oposto. E foi o que se deu com o culto à Santíssima Virgem, pois, analisada a partir de nossa condição de criaturas concebidas no pecado original, Ela parece mais perto de Deus do que de nós. A Igreja evitou esse erro mantendo certos limites nas demonstrações de piedade mariana. Só no século IV declarou o dogma da maternidade divina, definindo a participação relativa de Maria no plano da união hipostática, o mais alto grau de toda a ordem da criação, e deixou passar longos séculos para, afinal, proclamar sua Conceição Imaculada. Foi preciso, no início, fixar a adoração a Nosso Senhor Jesus Cristo para depois estimular o amor à Mãe de Deus, ao sabor dos ritmos divinos soprados pelo Espírito Santo. Com relação a São José, não parece ser outra a razão. Talvez Nosso Senhor tenha querido que certos aspectos desse varão permanecessem ocultos para impedir que, exageradamente enaltecidos, viessem a ofuscar a figura de Cristo, pois as atenções deviam estar todas voltadas para Ele.

Não é compreensível, entretanto, que sendo Jesus o Homem-Deus, nascido de uma Mãe Imaculada, colocasse junto a Si, como pai adotivo, uma pessoa apagada, sem brilho. Portanto, se durante vinte séculos São José permanece escondido e retirado, é de se esperar que esteja chegando a hora em que a teologia explicite verdades novas a seu respeito, pelas quais se torne conhecido, com exatidão e nas suas minúcias, seu papel na Sagrada Família e a categoria de sua elevação enquanto esposo de Maria, pai de Jesus e Patriarca da Santa Igreja.

A Solenidade de São José é o dia especialíssimo para abrir nossos corações à devoção a este tão grande Santo, na certeza de sermos bem conduzidos, bem tratados e bem amparados. E valendo-nos de seu poderoso auxílio, devemos pedir-lhe, enquanto Patriarca da Igreja, que intervenha nos acontecimentos, obtendo de Jesus a renovação da face da Terra.

Excertos de Homilia do Mons. João Clá Dias

Imagens de São José, o protetor da Santa Igreja.

Fotos: Leandro Souza

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A Donzela Guerreira

Abandonar tudo e entregar-se à vontade de Deus. É o que nos ensina esta jovem, este arauto dos desejos de Deus.

Uma jovem moça abandona sua casa e seus amigos, seus pertences e sua família. Abraça as dificuldades, parte para o incerto, se atira no perigo. Troca seus vestidos por uma armadura, sua boneca pela espada.

Seu lar é a tenda de campanha; seus amigos seus soldados, seu exército. Como família tem uma multidão dos que comungam de seu ideal.

Foi inteiramente entregue às mãos de Deus que Santa Joana D’arc partiu para cumprir seu chamado, é inteiramente entregue às mãos de Deus que ela brada em meio às chamas: “as vozes não mentiram, as vozes não mentiram!”. Morria alegre em meio às dores, pois tinha a certeza de estar fazendo a vontade de Deus.

Foi o êxito de suas vitórias e o ímpeto que ela deu ao exercito francês que o fez vencer os invasores ingleses. Pouco a pouco o inimigo recuou, e em alguns anos o protestantismo inglês foi posto fora das fronteiras francesas.

584 anos se passaram de sua morte, mas todos de alguma forma sabem sobre essa jovem donzela que se tornou guerreira. Até hoje seu heroísmo e sua entrega a fazem viva em nossas mentes e em nossos corações.

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A Virgem Heroica

Missa na Basílica

Foto Arautos do Evangelho - Basilica do Rosário, missa com o Mons João, Tabor - 5DLS8937

Missa presidida pelo Mons. João Scognamíglio Clá Dias, e concelebrada por dezenas de outros sacerdotes dos Arautos do Evangelho, na Basílica Nossa Senhora do Rosário.