Manifestação de Deus na casa dos Arautos

Flores, montanhas, vastos panoramas, densa vegetação, grandes e pequenos animais: Serra da Cantareira! Ambiente semi-paradisíaco, onde o homem entra em constante comunicação com a natureza. Local em que Deus se comunica aos espíritos contemplativos, pintando belos pores de sol, traçando formosas nuvens e colorindo, como o melhor dos artistas, as mais formosas flores.

Por do sol na Serra da Cantareira
Por do sol na Serra da Cantareira

Dos encantos desta serra um entre todos se destaca. No rígido inverno, quando os pequenos bichos se encolhem, os animais se escondem e os homens no calor de suas moradas abrigam-se como se fora houvesse geada, as formosas Cerejeiras mostram ao mundo toda sua beleza. Cobrem seus desfolhados galhos de ricas flores, ornam de cores o ambiente gélido e desbotado, atraem para si os animais, os homens e muitos fotógrafos admirados.

Neste período de inverno, mais rigoroso que seus antecessores, não foi diferente. Na casa dos Arautos do Evangelho, intitulada Nossa Senhora da Divina Providência, as cerejeiras se ornaram com extrema beleza e muita cor.

Flor de cerejeira na casa dos Arautos do Evangelho
Flor de cerejeira na casa dos Arautos do Evangelho

Já no primeiro dia da florada, quase no mesmo momento em que as flores se abriram, os pequenos bichos, laboriosas abelhas (diria milhares e milhares de abelhas) atraídas pelo aromático néctar das flores, vieram fazer o seu trabalho. Os animais, quais pedras preciosas, foram logo reluzir junto aos atraentes buquês. Os homens, religiosos, arautos, estudados e entregues à oração e à contemplação, antes mesmo da floração as olhavam imaginando sua beleza, ansiosos por saber o quanto Deus na natureza espelharia de sua grandeza.

Cerejeiras e por-do-sol na casa dos Arautos do Evangelho
Cerejeiras e por-do-sol na casa dos Arautos do Evangelho

Finalmente aparecem os fotógrafos que meses antes já observavam as melhores ramagens, analisavam os ângulos e calculavam o horário exato para a sua fotografia, desejosos de compartilhar com o nosso leitor e com o mundo esse pequeno mas atraente reflexo da harmonia e beleza de Deus!

Não fique apenas na história. Vejam abaixo as fotos destas cerejeiras!

Gostou? Não pare por ai. Compare com as fotos tiradas nos anos anteriores:Cerejeiras em 2016

Fotos: Leandro Souza

Continue: Cerejeiras em 2016

 

Salvar

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Cristo, Sol eterno

Já vem brilhante aurora o sol anunciar. De cor reveste as coisas, faz tudo cintilar.

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Ó Cristo, Sol eterno, vivente para nós, saltamos de alegria, cantando para vós.

Do Pai Ciência e Verbo, por quem se fez a luz, as mentes, para vós, levai, Senhor Jesus.

Que nós, da luz os filhos, solícitos andemos. Do Pai eterno a graça nos atos expressemos.

Profira a nossa boca palavras de verdade, trazendo à alma o gozo que vem da lealdade.
A vós, ó Cristo, a glória e a vós, ó Pai, também, com vosso Santo Espírito, agora e sempre. Amém.

 

 

 

Maria é Mãe de Deus.

A grandeza de Nossa Senhora, assim como todos os seus títulos, depende do fato impressionante de sua maternidade divina.

Imagem de Nossa Senhora de Fátima
Imagem de Nossa Senhora de Fátima

Maria é imaculada, cheia de graça, Co-redentora da humanidade, Rainha dos Céus e da Terra, Medianeira universal de todas as graças, etc., porque é a Mãe de Deus. A maternidade divina A coloca a tal altura, tão acima de todas as criaturas que São Tomás de Aquino, tão sóbrio e discreto em seus comentários, qualifica essa dignidade como sendo de certo modo infinita. E seu grande comentarista, o Cardeal Caietano, diz que Maria, por sua maternidade divina, alcança os limites da divindade. Entre todas as criaturas, é Maria, sem dúvida alguma, a que tem maior afinidade com Deus.

Assim, no dizer de outro grande mariólogo “o dogma mais importante da Virgem Maria é sua maternidade divina“. É o primeiro alicerce sobre o qual se levanta o edifício da grandeza mariana. É um fato tão acima da capacidade de conhecimento do homem que deve ser considerado um dos maiores mistérios de nossa fé. Que uma humilde mulher, descendente de Adão como nós, se torne Mãe de Deus, é um mistério tão sublime de elevação do homem e de bondade divina, que deixa impressionada qualquer inteligência, angélica ou humana, nos séculos e na eternidade.

Fotos: Leandro Souza

A exultação mesma que os fiéis demonstraram, quando a maternidade divina foi definida solenemente como dogma de fé, comprova até à evidência quão profundamente na alma estava radicada essa verdade fundamental na alma daqueles antigos cristãos. Por isso, no sentir do Pe. Terrien, “as definições dos concílios não introduziram um novo dogma, mas foram antes a sanção oficial da fé da Igreja, motivada pelas sacrílegas negações dos inovadores.” (Pequeno Ofício da Imaculada Conceição comentado, Monsenhor João Clá Dias, EP, Artpress, São Paulo,1997, p. 365 à 367)

 

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Amar a Deus admirando o belo

Arautos do Evangelho junto à natureza. Preservar, cultivar e favorecer a criação de Deus, eis um dos empenhos dos Arautos, não só na Serra da Cantareira, mas em todo o Brasil e no mundo.

Deus, ao criar-nos, não quis que estivéssemos neste mundo abandonados, esquecidos, postos de lado, não. Deus nos quis desde toda a eternidade, nos deu a vida sem nenhum merecimento nosso, está a nos amar e ajudar constantemente nesta terra e deseja ser a recompensa de cada um de nós no Céu.

Como agradecer a Deus por todo o bem que Ele nos fez e ainda nos fará?

Voltando-nos a ele, vivendo em função dele.

Esse é um dos motivos pelo qual foi-nos dado a natureza, com toda sua beleza e exuberância.

A cerejeira, como não recordarmos de Deus ao contemplar seus cachos de flores, coloridos e ordenados? O lilás, por vezes avermelhado de suas pétalas, a contrastar com o azul do céu e o denso verde da mata?
É admirando essas belezas de Deus que o inserimos no nosso dia a dia. É admirando as criaturas que passamos a amar o criador. Daí o empenho dos Arautos do Evangelho em não apenas preservar a natureza, mas em cultivá-la e favorecê-la de forma bela.

Veja abaixo algumas flores de cerejeira cultivadas em uma de nossas casa na Serra da Cantareira.

Fotos:Leandro Souza

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Sobre as fotos:

Flores de cerejeira cultivadas na casa dos Arautos, que tem como padroeira Nossa Senhora da Divina Providência.

Por não terem florescido todas ao mesmo tempo, foram fonte de trabalho para um mês. A primeira a florir, e mais bela em seu conjunto de flores foi a mais distante e isolada, podemos vela na foto com terminação numérica 61864.

A foto 61817 é a primeira foto da flora desta árvore, a 61864 é o seu auge de florescimento, e podemos ver na foto 62878 os últimos dias de suas flores.

As demais flores pertencem a árvores cultivadas mais próximo da casa, sendo que na foto 62762 e 62771 pode ser vista a torre da casa. Essas árvores não floriram por inteiro, são ainda muito jovens, mas suas flores foram de uma beleza cheia de cores e vigor, como nosso leitor bem pode ver acima.