Os Segredos dos Arautos

Você conhece os Arautos do Evangelho?

Porque fala-se tanto deles?

O que fazem, como vivem, por que atraem tanto?


Mergulhe por alguns instantes nesta realidade. Navegue pelas águas do conhecimento. Inale o doce e suave aroma da verdade, que timoneia com mãos poéticas e, em meio às trevas da noite, conduz à aurora radiante da realidade.

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Acomode-se, tranquilize seu espírito, Centre sua mente,

compreenda neste vídeo

Os “Segredos” dos Arautos do Evangelho.

Video intitucinonal dos Arautos do Evangelho

COMUNICADO DE ESCLARECIMENTO

COMUNICADO DE ESCLARECIMENTO
DOS ARAUTOS DO EVANGELHO

No dia de hoje, 7 de julho de 2017, apareceu nas mídias sociais dos Arautos do Evangelho uma publicação com o seguinte título:

Manifesto Denúncia – Visita canônica ou inquisição farisaica? – Querem destruir a Igreja e isto não podemos permitir!

Esclarecemos que este texto é de responsabilidade única, exclusiva e pessoal de seu(s) autor(es), cuja identidade ainda desconhecemos. Ele não representa o pensamento dos Arautos do Evangelho, e foi divulgado sem o conhecimento da sua direção, utilizando-se indevidamente da plataforma informática da entidade. As devidas medidas investigativas estão em andamento para esclarecer o ocorrido e, no respeito à liberdade de opinião, dissociar pontos de vista individuais com a posição de nossa Instituição.

Pe. Hamilton José Naville, EP

Coordenador de imprensa e mídia social
dos Arautos do Evangelho

Igreja Católica e Arautos do Evangelho, Despertando esperança na proteção divina – (post 3 de 3)

*   Igreja Católica e Arautos do Evangelho   *

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Despertando esperança na proteção divina

Sua Santidade Bento XVI e o Fundador dos Arautos do Evangelho

Triplamente unida a Roma pelos vínculos da obediência, a família espiritual dos Arautos do Evangelho estava pronta para enfrentar uma realidade constrangedora: a perda progressiva de católicos na totalidade dos países onde atuavam, seguida pelo desalento dos que permaneciam fiéis, ante a onda de secularismo que tudo parecia arrastar atrás de si.

Como lidar com esta conjuntura? Um problema que envolve a fé só pode ser resolvido com base na mesma fé. As situações mais desoladoras seriam reversíveis desde que se mostrasse ao mundo, sem a mínima concessão ao seu espírito, a glória da Igreja una, santa, católica, apostólica e romana, o esplendor de seu culto, a perfeição de sua doutrina, bem como a eficácia de seus Sacramentos, a santidade de suas leis e o poder de seu amparo aos batizados, desde a admissão no número dos cristãos até o último alento, preparando-os como mãe providente para o encontro definitivo com o Pai.

Mons. João Clá Dias, Fundador dos Arautos do Evangelho

Fechar os olhos para a gravidade do quadro ou para a probabilidade de êxito deste método seria deixar de perceber o problema em toda a sua extensão. O Cardeal Franc Rodé exprimiu ambos os lados da questão ao afirmar: “Devo dizer que, com tantas lamentações ouvidas de lá e acolá; com tanto pessimismo que encontramos em algumas partes da Igreja, de uma coisa não nos damos conta, somos incapazes de ver: as enormes energias que estão presentes, mas escondidas, na Igreja. O Pe. João soube ver essas energias, soube descobri-las, e aí estão os senhores”.

Surgiram assim as iniciativas que levantaram multidões, movidas sem dúvida por uma alegre, sincera e confiante esperança na proteção divina, que para muitos estava perdida ou nunca existira. Citemos apenas um testemunho autorizado, o do Cardeal Raymundo Damasceno Assis, Arcebispo Emérito de Aparecida, sobre o Apostolado do Oratório Maria Rainha dos Corações, proferido diante de milhares de assistentes reunidos no Santuário Nacional:

Cardeal Raymundo Damasceno Assis

 

“O apostolado de promover a devoção a Nossa Senhora é sempre muito bem-vindo, porque é através de Maria que nós chegamos a Jesus: ‘Ad Iesum per Mariam – a Jesus por Maria’. De modo que a nossa Mãe do Céu deseja que nos tornemos, cada um de nós, filhos e filhas de Deus cada vez mais perfeitos, discípulos e missionários de seu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo”.


A primeira necessidade do nosso tempo

Imagem de Nossa Senhora de Fátima – Arautos do Evangelho

Embora a esperança que este panorama oferece seja grande, cumpre reconhecer que os dias de generalizado abandono da fé se prolongam, somados a uma agressiva rejeição da sociedade aos ensinamentos da Santa Igreja Católica, a Esposa Mística de Cristo. Este fato não poderia deixar de atrair sobre a humanidade pecadora o olhar severo de Deus, com todas as consequências anunciadas por Nossa Senhora em Fátima.

Cardeal Giovanni Battista Re

Em homilia proferida no Santuário de Fátima o Cardeal Giovanni Battista Re sintetizou a encruzilhada que atravessa o mundo atual, dentro e fora da esfera eclesiástica: “Da desordem e dos problemas que se criaram sob o céu, neste nosso tempo, apenas será possível sair se a humanidade levantar de novo os olhos para o Céu. Por isso, a primeira necessidade do nosso tempo é devolver Deus às consciências dos homens e reabrir-lhes o acesso a Deus”.

A lucidez destas palavras nos dispensa de comentá-las, mas instiga, por outro lado, a tirar conclusões: aqueles que, como os Apóstolos, procuram difundir a Boa-Nova hão de ser incompreendidos pelo mundo e até perseguidos por ele.

Ordenação sacerdotal dos Arautos do Evangelho, realizada pelo Núncio Apostólico do Brasil, Dom Giovanni d’Aniello

A fidelidade à doutrina da Igreja, aliada à observância minuciosa das orientações recebidas da Sagrada Hierarquia tornou os Arautos do Evangelho uma instituição em pleno desenvolvimento no mundo inteiro. Sem retroceder nas vias até agora trilhadas, colocamo-nos aos pés de Maria para ouvir as palavras que o Filho reclinado em seus braços nos dirige, como outrora aos Apóstolos: “Tende confiança. No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo” (Jo 16, 33).

Revista Arautos do Evangelho, Julho de 2017


Veja o texto completo:

*   Igreja Católica e Arautos do Evangelho   *

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Igreja Católica e Arautos do Evangelho, vínculo de unidade e confiança – (post 1 de 3)

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Igreja Católica e Arautos do Evangelho, No sulco fecundo e bimilenar da Cidade Eterna – (post 2 de 3)

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Igreja Católica e Arautos do Evangelho, No sulco fecundo e bimilenar da Cidade Eterna – (post 2 de 3)

— No sulco fecundo e bimilenar da Cidade Eterna —


Com o tempo essas impressões não só se confirmaram, como também levaram as autoridades a adotar posturas concretas de reconhecimento do carisma, como por exemplo a concessão de uma histórica igreja do vicariato romano: San Benedetto in Piscinula, erigida no lugar onde o patriarca do monaquismo ocidental se hospedou durante o período de sua estadia na urbe.

Sobre esse significativo gesto, Mons. Adriano Paccanelli, Cerimoniário da Basílica de Santa Maria Maior, adjunto de primeira classe da Secretaria de Estado, comenta: “Pela primeira vez, a Igreja de Roma, Diocese do Santo Padre, confia um lugar sagrado e a atividade pastoral aí desenvolvida a uma associação privada de leigos. […] Por um desígnio da Divina Providência, iluminados pela presença materna de Maria Santíssima, os Arautos do Evangelho fazem agora parte integrante da vida e da história da Igreja de Roma, inserindo-se no sulco fecundo do bimilenário caminho da Igreja Católica que, na Cidade Eterna, Sede do Sucessor do Apóstolo Pedro, encontra seu centro de unidade e de irradiação da fé”.

O texto do acordo assinado pelo Cardeal Camillo Ruini, à época Vigário-Geral de Sua Santidade para a Diocese de Roma, reflete bem esse vínculo de confiança: “A presença da Associação em San Benedetto in Piscinula constitui um enriquecimento à Diocese de Roma. Portanto, o Ordinário dispõe que a Igreja de San Benedetto in Piscinula seja pastoralmente ligada às atividades da Associação Arautos do Evangelho, cujos membros exprimem a própria identidade cristã com o testemunho de vida, com atenção posta especialmente no apostolado, e vivendo a própria consagração batismal, por meio de Maria, segundo a espiritualidade de São Luís Maria Grignion de Montfort”.

 

O texto do acordo assinado pelo Cardeal Camillo Ruini, à época Vigário-Geral de Sua Santidade para a Diocese de Roma, reflete bem esse vínculo de confiança: “A presença da Associação em San Benedetto in Piscinula constitui um enriquecimento à Diocese de Roma. Portanto, o Ordinário dispõe que a Igreja de San Benedetto in Piscinula seja pastoralmente ligada às atividades da Associação Arautos do Evangelho, cujos membros exprimem a própria identidade cristã com o testemunho de vida, com atenção posta especialmente no apostolado, e vivendo a própria consagração batismal, por meio de Maria, segundo a espiritualidade de São Luís Maria Grignion de Montfort”.

Cerimoniário pontifício de cinco Papas

O trabalho pastoral em San Bendetto deu ensejo para os Arautos serem acompanhados muito de perto por uma figura de inestimável valia: seu reitor, Mons. Angelo Di Pasquale.

 

Este sacerdote, cuja vida foi empregada em serviços de alto gabarito na Secretaria de Estado, além do encargo de cerimoniário pontifício por quarenta e dois anos, deu à instituição uma orientação segura ditada pela voz da experiência, que apenas por poucos poderia ser superada.

A proximidade com ele fez os Arautos se sentirem ainda mais vinculados com Roma, pois o fato de um auxiliar pessoal de Pio XII, Paulo VI, João XXIII, João Paulo I e João Paulo II seguir com vivo interesse a nova Associação foi um elo, sem dúvida, com a mais sólida das tradições. O contato diário com os Arautos em Roma e as diversas viagens de Mons. Di Pasquale ao Brasil o fizeram estabelecer um vínculo de respeitoso afeto com o fundador dos Arautos, sobre o qual chegou a afirmar: “Veio um homem enviado por Deus, chamado João, que trouxe à Igreja e favoreceu na Igreja o desenvolvimento desse carisma que distingue os Arautos do Evangelho e todos aqueles que participam de sua espiritualidade. E tive a oportunidade de conhecer dito carisma de perto, já com a sua presença na Igreja de San Benedetto in Piscinula, da qual sou reitor, e recentemente visitando diversas casas do setor masculino e feminino no Brasil e na Espanha. Uma espiritualidade verdadeiramente própria, com a vida contemplativa, que não quer dizer não fazer nada, mas adorar o Senhor, falar com Ele e escutá-Lo; e que se manifesta no amor e dedicação ao próximo. E os Arautos tiveram esse grande desenvolvimento porque souberam unir a vida ativa à vida contemplativa, na vida comunitária que os faz sentir todos irmãos e irmãs, filhos do mesmo pai”.

Florescem duas Sociedades de Vida Apostólica

Inesgotável em seus dons, o Divino Espírito Santo fez desabrochar no seio desta Associação laical vocações para o sacerdócio, inspirando dezenas de seus membros a se consagrarem a esse ministério para o serviço da Igreja. O crescimento da instituição tornou clara a necessidade deste novo ramo: o elevado número de membros e colaboradores não podia receber nenhuma assistência sacramental por parte dos consagrados, formando-se assim uma lacuna de padres animados pelo carisma.

Em inesquecível cerimônia realizada a 15 de junho de 2005 na Basílica de Nossa Senhora do Carmo, em São Paulo, os quinze primeiros presbíteros Arautos receberam a unção sacerdotal das mãos de Dom Lucio Angelo Renna, OCarm. Era o desabrochar de uma frondosa árvore que hoje conta com 159 sacerdotes e 28 diáconos dedicados ao serviço do altar e à salvação das almas.

As graças concedidas desde então pela Providência e o ingresso de grande número de vocações não tardaram a chamar a atenção de Sua Santidade Bento XVI. Em Luz do mundo, o livro-entrevista publicado em coautoria com Peter Seewald, ele declarou: “Vê-se que o Cristianismo, neste momento, também está desenvolvendo uma criatividade totalmente nova. No Brasil, por exemplo, de um lado se registra um forte crescimento das seitas, com frequência muito equivocadas, por prometerem essencialmente riqueza e sucesso exterior; por outro lado, se presencia também grandes renascimentos católicos, um dinâmico florescer de novos movimentos como, por exemplo, os Arautos do Evangelho, jovens cheios de entusiasmo por terem reconhecido em Cristo o Filho de Deus, e desejosos de anunciá-Lo ao mundo”.

Nas jovens comunidades tornaram-se cada vez mais vivas estas disposições, surgindo entre os seus membros o desejo de uma entrega completa, pautada pela prática dos conselhos evangélicos. Para isso um novo enquadramento jurídico fazia-se necessário, uma vez que a estrutura vigente, concebida para leigos, estava largamente superada.

Assim nasceu a Sociedade Clerical de Vida Apostólica Virgo Flos Carmeli, a partir do ramo sacerdotal dos Arautos, seguida pela Sociedade de Vida Apostólica Regina Virginum, constituída por sua vez pelos elementos mais dinâmicos do ramo feminino. Ambas as sociedades tiveram seus estatutos reconhecidos de modo definitivo pela Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica em 3 de fevereiro de 2010, sob os auspícios do Cardeal Prefeito, Franc Rodé.

Convencido de estar colaborando com uma obra providencial, declarou ele no dia da entrega dos decretos: “Pelo que me foi dado fazer pelos Arautos do Evangelho, posso dizer que não foi inútil a minha passagem por este dicastério”.


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