Montfort, A Sagrada Escravidão

Montfort, São Luiz Maria Grignion de Montfort. Eis o santo mariano que difundiu a consagração como escravo de amor à Nossa Senhora, efetuada pelo Papa São João Paulo II, pregada por Dr. Plinio e difundida pelos Arautos do Evangelho.

São Luiz Grignion de Montfort
São Luiz Grignion de Montfort

Afirma São Luiz de Montfort: “O que digo absolutamente de Jesus Cristo, digo-o relativamente da Virgem Maria, que Jesus Cristo – escolhendo- A como companheira inseparável em sua vida, sua morte, sua glória e seu poder no Céu e na Terra – deu-Lhe pela graça, no tocante à sua Majestade, todos os direitos e privilégios que Ele possui por natureza”. E tira daí uma conclusão: “Pode- se, portanto, seguindo a opinião dos santos e de muitos homens insignes, declarar-se e fazer-se escravo de amor da Santíssima Virgem, para desse modo ser mais perfeitamente escravo de Jesus Cristo. A Santíssima Virgem é o meio do qual serviu-Se Nosso Senhor para vir até nós; é também o meio de que nos devemos servir para ir a Ele”. E acrescenta que “a mais forte inclinação de Maria é a de unir-nos a Jesus Cristo, seu Filho; e a mais forte inclinação do Filho é que vamos a Ele por meio de sua Mãe Santíssima”.

A verdadeira devoção à Santíssima Virgem, através da escravidão de amor, iluminou a existência de grandes santos e destacados personagens na vida da Igreja, entre os quais o Beato João Paulo II. E a experiência demonstra a sua grande utilidade na formação das almas. Discerniu bem isto o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, grande propagador dessa consagração, que se tornou uma importante herança espiritual para os Arautos do Evangelho. De fato, a via montfortiana pertence ao eixo de sua espiritualidade e é o caminho seguro para a santificação, no mais puro sentido evangélico.

Arautos.org

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Os Segredos dos Arautos

Você conhece os Arautos do Evangelho?

Porque fala-se tanto deles?

O que fazem, como vivem, por que atraem tanto?


Mergulhe por alguns instantes nesta realidade. Navegue pelas águas do conhecimento. Inale o doce e suave aroma da verdade, que timoneia com mãos poéticas e, em meio às trevas da noite, conduz à aurora radiante da realidade.

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Acomode-se, tranquilize seu espírito, Centre sua mente,

compreenda neste vídeo

Os “Segredos” dos Arautos do Evangelho.

Video intitucinonal dos Arautos do Evangelho

Igreja Católica e Arautos do Evangelho, Despertando esperança na proteção divina – (post 3 de 3)

*   Igreja Católica e Arautos do Evangelho   *

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Despertando esperança na proteção divina

Sua Santidade Bento XVI e o Fundador dos Arautos do Evangelho

Triplamente unida a Roma pelos vínculos da obediência, a família espiritual dos Arautos do Evangelho estava pronta para enfrentar uma realidade constrangedora: a perda progressiva de católicos na totalidade dos países onde atuavam, seguida pelo desalento dos que permaneciam fiéis, ante a onda de secularismo que tudo parecia arrastar atrás de si.

Como lidar com esta conjuntura? Um problema que envolve a fé só pode ser resolvido com base na mesma fé. As situações mais desoladoras seriam reversíveis desde que se mostrasse ao mundo, sem a mínima concessão ao seu espírito, a glória da Igreja una, santa, católica, apostólica e romana, o esplendor de seu culto, a perfeição de sua doutrina, bem como a eficácia de seus Sacramentos, a santidade de suas leis e o poder de seu amparo aos batizados, desde a admissão no número dos cristãos até o último alento, preparando-os como mãe providente para o encontro definitivo com o Pai.

Mons. João Clá Dias, Fundador dos Arautos do Evangelho

Fechar os olhos para a gravidade do quadro ou para a probabilidade de êxito deste método seria deixar de perceber o problema em toda a sua extensão. O Cardeal Franc Rodé exprimiu ambos os lados da questão ao afirmar: “Devo dizer que, com tantas lamentações ouvidas de lá e acolá; com tanto pessimismo que encontramos em algumas partes da Igreja, de uma coisa não nos damos conta, somos incapazes de ver: as enormes energias que estão presentes, mas escondidas, na Igreja. O Pe. João soube ver essas energias, soube descobri-las, e aí estão os senhores”.

Surgiram assim as iniciativas que levantaram multidões, movidas sem dúvida por uma alegre, sincera e confiante esperança na proteção divina, que para muitos estava perdida ou nunca existira. Citemos apenas um testemunho autorizado, o do Cardeal Raymundo Damasceno Assis, Arcebispo Emérito de Aparecida, sobre o Apostolado do Oratório Maria Rainha dos Corações, proferido diante de milhares de assistentes reunidos no Santuário Nacional:

Cardeal Raymundo Damasceno Assis

 

“O apostolado de promover a devoção a Nossa Senhora é sempre muito bem-vindo, porque é através de Maria que nós chegamos a Jesus: ‘Ad Iesum per Mariam – a Jesus por Maria’. De modo que a nossa Mãe do Céu deseja que nos tornemos, cada um de nós, filhos e filhas de Deus cada vez mais perfeitos, discípulos e missionários de seu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo”.


A primeira necessidade do nosso tempo

Imagem de Nossa Senhora de Fátima – Arautos do Evangelho

Embora a esperança que este panorama oferece seja grande, cumpre reconhecer que os dias de generalizado abandono da fé se prolongam, somados a uma agressiva rejeição da sociedade aos ensinamentos da Santa Igreja Católica, a Esposa Mística de Cristo. Este fato não poderia deixar de atrair sobre a humanidade pecadora o olhar severo de Deus, com todas as consequências anunciadas por Nossa Senhora em Fátima.

Cardeal Giovanni Battista Re

Em homilia proferida no Santuário de Fátima o Cardeal Giovanni Battista Re sintetizou a encruzilhada que atravessa o mundo atual, dentro e fora da esfera eclesiástica: “Da desordem e dos problemas que se criaram sob o céu, neste nosso tempo, apenas será possível sair se a humanidade levantar de novo os olhos para o Céu. Por isso, a primeira necessidade do nosso tempo é devolver Deus às consciências dos homens e reabrir-lhes o acesso a Deus”.

A lucidez destas palavras nos dispensa de comentá-las, mas instiga, por outro lado, a tirar conclusões: aqueles que, como os Apóstolos, procuram difundir a Boa-Nova hão de ser incompreendidos pelo mundo e até perseguidos por ele.

Ordenação sacerdotal dos Arautos do Evangelho, realizada pelo Núncio Apostólico do Brasil, Dom Giovanni d’Aniello

A fidelidade à doutrina da Igreja, aliada à observância minuciosa das orientações recebidas da Sagrada Hierarquia tornou os Arautos do Evangelho uma instituição em pleno desenvolvimento no mundo inteiro. Sem retroceder nas vias até agora trilhadas, colocamo-nos aos pés de Maria para ouvir as palavras que o Filho reclinado em seus braços nos dirige, como outrora aos Apóstolos: “Tende confiança. No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo” (Jo 16, 33).

Revista Arautos do Evangelho, Julho de 2017


Veja o texto completo:

*   Igreja Católica e Arautos do Evangelho   *

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Igreja Católica e Arautos do Evangelho, vínculo de unidade e confiança – (post 1 de 3)

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Igreja Católica e Arautos do Evangelho, No sulco fecundo e bimilenar da Cidade Eterna – (post 2 de 3)

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Qual o intuito do Sr. Andrea Tornielli ao atacar os Arautos do Evangelho? Criar um cisma na Igreja?

Por que o Sr. Tornielli ataca os Arautos do Evangelho? Qual o intuito do escritor com seu artigo?


Quem lê os artigos e livros do prestigioso vaticanista, Sr. Andrea Tornielli, pode regozijar-se com a recordação da figura pitoresca de um camaleão. Assim, suas publicações registram uma arguta capacidade de adaptar-se ao ambiente em que se encontra, para desenvolver a sua atividade: soube sorrir para João Paulo II, afagar o pontificado de Bento XVI e, ao mesmo tempo, preteri-lo discretamente, quando já andava de braços dados com Francisco…

Recentemente, o Sr. Tornielli publicou um artigo polêmico no blog Vatican Insider, do jornal La Stampa: “Arautos, a doutrina secreta: ‘Correa incentiva a morte do Papa’”. Considerando a conhecida característica camaleônica do articulista, duas questões despontam a partir desta publicação: quais são as suas pretensões? Para que ambiente ele antecipa uma adaptação?

É interessante observar que o autor ressuscita, através do mencionado artigo, antigas, muito antigas, denúncias contra o Professor Plinio Corrêa de Oliveira, relativas à veneração que muitos lhe prestavam em vida, bem como à devoção privada a sua mãe, D. Lucília. Agora, Mons. João Scognamiglio Clá Dias, fundador dos Arautos do Evangelho, é alvo dos mesmos ataques. Essas são acusações obsoletas, todas respondidas e devidamente refutadas conforme os ditames da mais estrita doutrina católica.

Timeo hominem unius libri. É bem o que os leitores da imprensa católica são inclinados a concluir nestes momentos, sobre o conhecimento do Sr. Tornielli sobre o tema de seu artigo: estudioso de um só livro causa temor. O que não fica nada bem para um articulista desse porte… Vejamos por que.

Em primeiro lugar, poderíamos sugerir ao Sr. Tornielli voltar um pouco ao passado da instituição, por ele tão veementemente atacada, e deitar alguma atenção sobre uma obra publicada em 1985 – Servitudo ex Caritate – com o parecer do eminente teólogo Pe. Victorino Rodríguez y Rodríguez, OP. Nesse estudo, nunca replicado, o assunto da Sagrada Escravidão a Jesus, pelas mãos de Maria, bem como os vínculos espirituais entre o Prof. Plinio e seus discípulos, que ele menciona em seu artigo, foram completamente esclarecidos para o passado, para o presente e para o futuro.

E por que não ler, também, o livro Dona Lucilia, de 1995, com prefácio laudatório do Pe. Antonio Royo Marín, OP, reeditado em parceria com a Libreria Editrice Vaticana em 2013, também em língua italiana? Sua leitura teria sido suficiente para compreender que os fundamentos da devoção a esta grande dama brasileira estão baseados em sua vida de ilibada virtude e no bimilenar costume da Santa Igreja. Permita-nos dizer-lhe, Sr. Tornielli, que talvez seja conveniente rever as suas anotações do tempo de catecismo, pois antes mesmo de alguém ser canonizado, pede a Santa Madre Igreja que seja reconhecida sua fama de santidade.

E quanto à devoção a Dr. Plinio? Se lhe interessarem dados mais atuais, convidamos o Sr. Tornielli a fazer um dedicado estudo a uma obra recentíssima, de 2016, publicada em cinco volumes também pela Libreria Editrice Vaticana, com mais de 100 mil coleções impressas, sob o título “O dom de sabedoria na mente, vida e obra de Plinio Corrêa de Oliveira”. Nesse trabalho encontram-se detalhadas as origens históricas e o embasamento teológico desse tema, tratado de forma tão tendenciosa em seu artigo.

É verdade que surgiu, entretanto, diante do Sr. Tornielli, uma grande e insólita novidade: um vídeo privado, divulgado fora do contexto e superado pelo tempo, pois é velho de um ano e meio. Sendo ele de uso restrito da instituição, foi, entretanto, obtido de forma ilegal por um homem apaixonado no desafeto à TFP e aos Arautos – ele mesmo ex-membro da TFP -, casado com uma senhora, ex-membro da Opus Dei, que ocupam ponderada parte de seu tempo em atacar as entidades às quais pertenceram. Nesta fonte que o influente Sr. Tornielli foi buscar sua informação imparcial…

Trata-se do registro de uma reunião de clérigos, reservada, que não implicou em nenhuma mudança de rumos nos Arautos do Evangelho, seja em seu relacionamento para com a Sagrada Hierarquia e a sociedade civil, seja na atuação com a imensa quantidade de aderentes do movimento. O objetivo do encontro registrado era, simplesmente, intercambiar impressões a respeito de determinados fenômenos preternaturais, num ambiente de amena e distendida intimidade. Mãos criminosas, ainda desconhecidas, resolveram divulgar seu conteúdo de forma malévola e inconsequente para um público que não tem, em sua grande maioria, conhecimentos teológicos suficientes para fazer a respeito do seu conteúdo um juízo aprofundado. Não era difícil, assim, criar confusão em suas mentes. Por outro lado, essas mesmas mãos não se interessaram, naturalmente, em divulgar as conclusões dessas análises.

Ora, por que o Sr. Tornielli não procurou os Arautos para obter um esclarecimento? Bem poderíamos dizer: timeo hominem unius factionis, tememos os homens da meia verdade, os homens parciais, aqueles que não sabem e não querem ouvir as duas partes.

Estará o Sr. Andrea Tornielli agindo sozinho? Isso não sabemos…

Mas podemos afirmar, analisado o artigo do renomado vaticanista e as circunstâncias mencionadas, a cega contribuição que ele está oferecendo no sentido de destruir aquela tão sonhada unidade que os Padres do Concílio Vaticano II quiseram levar adiante e que concretizaram três grandes homens: São João Paulo II, Bento XVI e Mons. João Clá. Eis um modo de arruinar a doutrina de um Concílio Ecumênico, e a dedicada ação de dois papas – um ainda vivo e entre nós – e de um Fundador, de quem um Prefeito da Congregação para os Religiosos, Cardeal Franc Rodé, disse ser a Igreja devedora!

Cui prodest? A quem aproveita esta atitude? O mundo católico está certamente perplexo: desta vez o camaleão apresenta tons tão surreais que, feitas as devidas ponderações, ainda continua suscitando perguntas acerca de suas variadas novas colorações:

A quem representa o Sr. Andrea Tornielli?

Pretende ele provocar um cisma na Igreja?

Com que intenções?

Por fim, esclarecidas as inverdades e distorções, fazemos-lhe um convite para retornar às vias de um jornalismo culto, sério e ético. Os Arautos do Evangelho consagram a São José, padroeiro da Igreja, a própria defesa, na certeza de não serem desamparados pelo pai virginal de Jesus e castíssimo esposo de Maria. Sem prejuízo dos próprios direitos, estão eles dispostos a sempre acolher com benevolência a retratação dos caluniadores e a perdoa-los sinceramente, pois não guardam qualquer ressentimento.

Arautos do Evangelho

http://www.arautos.org/secoes/noticias/noticia/qual-o-intuito-do-sr-andrea-tornielli-ao-atacar-os-arautos-do-evangelho-criar-um-cisma-na-igreja-193280

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