Oração para jamais me afastar de Nossa Senhora

Arautos do Evangelho-2017-0729_LS100533Ó Mãe boníssima, não me esqueçais quando eu de Vós me esqueça; não me abandoneis quando eu Vos abandone; segui-me com Vosso celeste olhar e chamai-me quando eu me afaste de Vós; procurai-me quando eu me esconda; ide ao meu encalço quando eu fuja; atai-me quando eu Vos resista; domai-me caso eu me ponha de pé contra Vós; levantai-me quando eu caia; reconduzi-me pelo Vosso caminho quando eu me transvie.

Curso de Férias nos Arautos do Evangelho

Para os Arautos do Evangelho férias não significa descanso. Férias nos Arautos é uma forma criativa de se estudar ainda mais.


Veja algumas fotos do curso de férias, nos Arautos do Evangelho, onde alguns jovens, aspirantes a Arauto, se reúnem para estudar de forma atraente, criativa e eficaz.

Fotos do quinto dia de curso de férias:

 

 

Exorcismo feito pelo fundador

Exorcismo. São Bento pratica o exorcismo batendo com uma vara, assim o fundador expulsa o demônio de um jovem membro dos Beneditinos. O texto é retirado do livro “Vida e Milagres de São Bento” escrito pelo Papa São Gregório Magno. Faço este post para comemorarmos Bento, o grande santo de hoje. O texto está presente na revista Arautos do Evangelho deste mês.


E com uma vara, bateu-lhe de rijo…

Em um dos mosteiros que São Bento construíra ao redor, havia certo monge que não conseguia ficar em oração. Logo que os irmãos se inclinavam nesse exercício, saía e punha-se a revolver na mente vadia coisas mundanas e transitórias.

Admoestado várias vezes por seu abade, foi por fim conduzido ao homem de Deus, que lhe increpou com veemência a insensatez; de volta, porém, ao seu mosteiro, mal conseguiu observar por dois dias a admoestação do homem de Deus; já ao terceiro, recaindo no velho hábito, entrou de novo a vaguear na hora da oração.

Quando isto foi contado ao servo de Deus pelo pai do mosteiro, respondeu aquele:

-Irei eu mesmo, e pessoalmente o emendarei.

O homem de Deus foi, com efeito, ao dito mosteiro, e na hora marcada, quando os irmãos depois da salmódia se entregavam à oração, observou que o monge que não podia ficar rezando era arrastado por uma figura preta que o puxava pela orla do hábito. À vista disso, Bento perguntou secretamente ao abade do mosteiro, Pompeiano, e ao servo de Deus, Mauro:

-Não vedes, então, quem é que puxa esse monge?

Responderam que não. Ao que retorquiu:

-Oremos para que vejais também vós a quem é que esse monge segue.

Depois de dois dias de oração, Mauro monge o viu, ao passo que Pompeiano, pai do mosteiro, não o conseguiu.

Ora, no dia seguinte, saindo do oratório depois do ofício, o homem de Deus topou com o dito monge em pé do lado de fora, e aí com uma vara bateu-lhe de rijo, por causa da cegueira de seu coração. Desde esse dia o monge nunca mais se deixou induzir por aquela figura preta, permanecendo sossegado na prática da oração, e o antigo inimigo não mais se atreveu a dominar-lhe o pensamento, como se fora ele mesmo que levara as pancadas.

Da Vida e Milagres de São Bento,

por São Gregório Magno, Papa

Montfort, A Sagrada Escravidão

Montfort, São Luiz Maria Grignion de Montfort. Eis o santo mariano que difundiu a consagração como escravo de amor à Nossa Senhora, efetuada pelo Papa São João Paulo II, pregada por Dr. Plinio e difundida pelos Arautos do Evangelho.

São Luiz Grignion de Montfort
São Luiz Grignion de Montfort

Afirma São Luiz de Montfort: “O que digo absolutamente de Jesus Cristo, digo-o relativamente da Virgem Maria, que Jesus Cristo – escolhendo- A como companheira inseparável em sua vida, sua morte, sua glória e seu poder no Céu e na Terra – deu-Lhe pela graça, no tocante à sua Majestade, todos os direitos e privilégios que Ele possui por natureza”. E tira daí uma conclusão: “Pode- se, portanto, seguindo a opinião dos santos e de muitos homens insignes, declarar-se e fazer-se escravo de amor da Santíssima Virgem, para desse modo ser mais perfeitamente escravo de Jesus Cristo. A Santíssima Virgem é o meio do qual serviu-Se Nosso Senhor para vir até nós; é também o meio de que nos devemos servir para ir a Ele”. E acrescenta que “a mais forte inclinação de Maria é a de unir-nos a Jesus Cristo, seu Filho; e a mais forte inclinação do Filho é que vamos a Ele por meio de sua Mãe Santíssima”.

A verdadeira devoção à Santíssima Virgem, através da escravidão de amor, iluminou a existência de grandes santos e destacados personagens na vida da Igreja, entre os quais o Beato João Paulo II. E a experiência demonstra a sua grande utilidade na formação das almas. Discerniu bem isto o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, grande propagador dessa consagração, que se tornou uma importante herança espiritual para os Arautos do Evangelho. De fato, a via montfortiana pertence ao eixo de sua espiritualidade e é o caminho seguro para a santificação, no mais puro sentido evangélico.

Arautos.org

Continua em um próximo post!