Destaque

Os Segredos dos Arautos

Você conhece os Arautos do Evangelho?

Porque fala-se tanto deles?

O que fazem, como vivem, por que atraem tanto?


Mergulhe por alguns instantes nesta realidade. Navegue pelas águas do conhecimento. Inale o doce e suave aroma da verdade, que timoneia com mãos poéticas e, em meio às trevas da noite, conduz à aurora radiante da realidade.

— — —

Acomode-se, tranquilize seu espírito, Centre sua mente,

compreenda neste vídeo

Os “Segredos” dos Arautos do Evangelho.

Video intitucinonal dos Arautos do Evangelho

Manifestação de Deus na casa dos Arautos

Flores, montanhas, vastos panoramas, densa vegetação, grandes e pequenos animais: Serra da Cantareira! Ambiente semi-paradisíaco, onde o homem entra em constante comunicação com a natureza. Local em que Deus se comunica aos espíritos contemplativos, pintando belos pores de sol, traçando formosas nuvens e colorindo, como o melhor dos artistas, as mais formosas flores.

Por do sol na Serra da Cantareira
Por do sol na Serra da Cantareira

Dos encantos desta serra um entre todos se destaca. No rígido inverno, quando os pequenos bichos se encolhem, os animais se escondem e os homens no calor de suas moradas abrigam-se como se fora houvesse geada, as formosas Cerejeiras mostram ao mundo toda sua beleza. Cobrem seus desfolhados galhos de ricas flores, ornam de cores o ambiente gélido e desbotado, atraem para si os animais, os homens e muitos fotógrafos admirados.

Neste período de inverno, mais rigoroso que seus antecessores, não foi diferente. Na casa dos Arautos do Evangelho, intitulada Nossa Senhora da Divina Providência, as cerejeiras se ornaram com extrema beleza e muita cor.

Flor de cerejeira na casa dos Arautos do Evangelho
Flor de cerejeira na casa dos Arautos do Evangelho

Já no primeiro dia da florada, quase no mesmo momento em que as flores se abriram, os pequenos bichos, laboriosas abelhas (diria milhares e milhares de abelhas) atraídas pelo aromático néctar das flores, vieram fazer o seu trabalho. Os animais, quais pedras preciosas, foram logo reluzir junto aos atraentes buquês. Os homens, religiosos, arautos, estudados e entregues à oração e à contemplação, antes mesmo da floração as olhavam imaginando sua beleza, ansiosos por saber o quanto Deus na natureza espelharia de sua grandeza.

Cerejeiras e por-do-sol na casa dos Arautos do Evangelho
Cerejeiras e por-do-sol na casa dos Arautos do Evangelho

Finalmente aparecem os fotógrafos que meses antes já observavam as melhores ramagens, analisavam os ângulos e calculavam o horário exato para a sua fotografia, desejosos de compartilhar com o nosso leitor e com o mundo esse pequeno mas atraente reflexo da harmonia e beleza de Deus!

Não fique apenas na história. Vejam abaixo as fotos destas cerejeiras!

Gostou? Não pare por ai. Compare com as fotos tiradas nos anos anteriores:Cerejeiras em 2016

Fotos: Leandro Souza

Continue: Cerejeiras em 2016

 

Salvar

Salvar

Oração para jamais me afastar de Nossa Senhora

Arautos do Evangelho-2017-0729_LS100533Ó Mãe boníssima, não me esqueçais quando eu de Vós me esqueça; não me abandoneis quando eu Vos abandone; segui-me com Vosso celeste olhar e chamai-me quando eu me afaste de Vós; procurai-me quando eu me esconda; ide ao meu encalço quando eu fuja; atai-me quando eu Vos resista; domai-me caso eu me ponha de pé contra Vós; levantai-me quando eu caia; reconduzi-me pelo Vosso caminho quando eu me transvie.

Exorcismo, fundador dos Jesuítas em exorcismo de quatro moças

Damos continuação aos exorcismos feitos em nome de Santo Inácio, fundador dos Jesuítas. Artigo publicado na Revista Arautos do Evangelho.


Quatro damas possuídas pelo demônio (segunda parte)

São os méritos de Inácio que me expulsam”

Santo Inácio de Loyola

Outro deles começou a vomitar novas injúrias contra Inácio, a jurar que nada conseguiria expulsá-lo, a zombar da covardia de seus comparsas que haviam fugido. Mas, em meio a esses protestos, sentindo-se forçado a fugir, lançou-se de joelhos diante de um espinho da santa coroa do Salvador, venerada naquela casa, e gritou: “Se saio desta mulher, não é Inácio que me obriga, quero deixar isto claro, é este espinho, cujo poder supera o meu”. Entretanto, assim falando, ele não se afastava. Por fim, deu um espantoso grito, arrastou-se de joelhos até à imagem do Santo e lá, prosternado, disse: “Sob coação, confesso: são os méritos de Inácio que me expulsam”. E no mesmo instante deixou o corpo da infeliz.

Aconteceu o mesmo a outros espíritos infernais que, atribuindo sua derrota a um ou outro poder, acabavam sempre por reconhecer que era Inácio quem os forçava a retornar ao inferno. A cada dia as pobres possessas se viam livres de alguns desses chefes que arrastavam consigo outros na fuga. Durante um de seus bons momentos, alguém lhes deu para ler a vida de Santo Inácio e, mais do que qualquer exorcismo, esta leitura as livrava de vários demônios, os quais, falando pela boca de uma delas, diziam que preferiam fugir a continuar ouvindo a leitura deste maldito livro; e de fato a deixaram. Outros gritavam ao sair: “Oh! Deus, Vós nos privastes da glória para dála a este coxo!”

Ele a introduziu no Paraíso como filha

Afinal, após tantos sofrimentos, todas essas desafortunadas se viram livres da aflitiva possessão e recuperaram a saúde, a paz, a piedade. Em recompensa de seus longos tormentos e de sua fidelidade em meio a tão cruéis tentações, Deus lhes concedeu graças especiais, particularmente a Luíza, que recebeu o dom de oração e de união com Deus em tão alto grau que lhe parecia não poder afastar d’Ele seu pensamento, nem falar senão d’Ele. Levou a mais austera das vidas e ter-se-ia entregado a excessos se seu diretor espiritual não houvesse estabelecido limites ao seu fervor. Viveu cinco anos após esses acontecimentos e faleceu na véspera da festa de Santo Inácio, o qual, a dar-se crédito na revelação feita por um demônio num exorcismo, introduziu-a no Paraíso como sua filha.

É certo que numa manhã ela apareceu a uma de suas filhas, chamada Dória. Estava vestida de branco, brilhante como o sol. Exortou a filha a perseverar na via de perfeição que havia escolhido e, para fortalecê-la nessa decisão, contou-lhe coisas admiráveis a respeito dos Bem-aventurados.

O poder exorcístico de uma menina devota

Decorridos dois anos dos fatos acima narrados, Lívia, a mais jovem das quatro mulheres que tanto tinham sofrido, ficou possessa novamente. O primeiro sinal se manifestou por gritos violentos que os demônios a faziam dar, dizendo que Inácio não queria deixá-los em paz e recomeçava a persegui-los como antes. Entraram depois num terrível furor, arrancando os cabelos e deformando a fisionomia dessa infeliz, pronunciando em diversas línguas palavras de desespero. Entretanto, tudo isso acontecia somente na casa, pois, diziam eles, Inácio queria que ela pudesse participar em paz dos Sacramentos e ouvir na igreja a Palavra de Deus.

Ela recebia também, durante as mais violentas crises, um grande alívio por meio de uma menina, sua prima, a qual, quando a via tomada pelo furor, fazia sobre ela o sinal da Cruz e, em nome de Santo Inácio, lhe dava ordem de acalmar-se; e o demônio obedecia imediatamente, de modo que a menina, apenas segurando a mão da possessa, levava-a para onde queria. Outro demônio zombava disso, dizendo que uma formiga arrastava um elefante; mas o orgulhoso espírito que era forçado a obedecer se defendia, dizendo que ele não obedecia à menina, mas ao seu Anjo da Guarda, e neste a Santo Inácio que o enviava.

Quando os exorcismos os punham em fuga, muitos gritavam que quem os expulsava era o Anjo da Guarda de Inácio, mas a própria moça viu diversas vezes o Santo com ar grave e majestoso, tendo na mão um terrível chicote cujos golpes os demônios não podiam suportar. E assim ela foi novamente libertada.

Veja o início do artigo